11ª ESTAÇÃO - JESUS É PREGADO NA CRUZ


- Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos.


- Porque, pela vossa santa cruz, remistes o mundo.


Leitor(a) 1: Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: "Jesus o Nazareno, o Rei dos Judeus". Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: "Não escrevas 'O Rei dos Judeus' mas sim o que ele disse: 'Eu sou o Rei dos judeus"". Pilatos respondeu: "O que escrevi, está escrito" (Jo 19,18-22).


Leitor(a) 2: A crucifixão de Jesus é o momento em que a injustiça se torna insuportável. Hoje, essa crucifixão se repete nos que vivem nas periferias das grandes cidades: as favelas, as ocupações, os loteamentos clandestinos, as palafitas, os mocambos. Muitos residem em habitações indignas, nas encostas, à beira dos rios, córregos e lagos... Falta tudo: segurança, saneamento, serviços públicos de transporte, educação e saúde. Quantas experiências de cruz em nossas cidades! É Jesus presente nos crucificados de hoje. Ele sofre e morre fora da cidade. Nas periferias, as pessoas padecem, distante dos centros, dos direitos, da proteção e do reconhecimento.


Dirigente:  Ó Deus, único apoio da fraqueza humana, quisestes que o vosso Filho suportasse as nossas dores ao ser pregado na Cruz, para mostrar o valor da fraqueza e do sofrimento humano. Ensinai-nos que vossos braços se abrem como portas de uma casa sem muros, onde o amor é pregado, mas não derrotado. A Cruz é a vossa morada e nela cabem todos os exilados da terra.


Todos: Amém.


PAI NOSSO, AVE MARIA E GLORIA AO PAI


🎶Foi por mim na cruz pregado, insultado, blasfemado, com cegueira e com furor. (bis)

🎶Pela Virgem Dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus!  (bis)